Todo instalador de segurança eletrônica com mais de dois anos de empresa já tem uma carteira de clientes que nunca pagou nenhuma mensalidade.
Existem modelos prontos de contrato e proposta que transformam esses clientes antigos em R$10 mil por mês de renda fixa: 20 contratos de R$500, com ou sem instalação nova na semana.
- Fechar o primeiro contrato de manutenção com um cliente que já confia no seu trabalho, antes de sair atrás de qualquer cliente novo.
- Chegar a 20 contratos de R$500 e começar o mês com R$10 mil já garantidos antes de pegar a furadeira.
- Apresentar uma proposta profissional que o cliente entende e aprova na hora, em vez de mandar um orçamento perdido no meio de uma conversa de WhatsApp.
R$ 297 à vista ou 12x de R$ 30,36. Garantia incondicional de 7 dias.
Por que trabalhar o dia inteiro nem sempre significa fechar o mês bem.
A agenda da semana não para. Segunda tem instalação, terça tem chamado de manutenção, quarta tem visita para orçamento, quinta tem retorno de garantia, sexta ainda sobra um chamado de última hora. A correria é constante, mas quando chega a hora de somar o que entrou, o resultado não acompanha o esforço.
Isso é o que mais incomoda quem já está no ramo há anos. Trabalha mais que muito concorrente, corre atrás de cada chamado pessoalmente, e mesmo assim o caixa no fim do mês cobre só o básico. Sobra pouco para reinvestir, e menos ainda para pensar em contratar um ajudante fixo.
Clientes antigos, que já confiam no trabalho feito há meses ou anos, continuam sendo visitados só quando aparece algum problema novo. Ninguém apresentou para eles a opção de contrato de manutenção. Boa parte dessa correria de responder chamado, orçar, instalar e cobrar por fora poderia estar sendo substituída por uma fatia de renda que entra todo mês, independentemente da agenda daquela semana.
Levantamento com 768 empresas de segurança eletrônica no Radar 8P.
Ou seja: coragem para oferecer contrato a maioria tem. O que falta é o modelo pronto, o argumento e a régua de preço. No fim, a empresa até cresce em volume de trabalho, mas não cresce em estrutura. Continua do tamanho de uma pessoa correndo atrás de tudo, porque o dinheiro que entra nunca sobra o suficiente para dar o próximo passo.
O erro mais comum de quem consome conteúdo todos os dias sobre segurança eletrônica e mesmo assim não vende mais.
A maior parte do que se consome sobre segurança eletrônica é técnico. Um vídeo sobre a central nova que chegou no mercado, um review do software de monitoramento mais recente, um tutorial de configuração da câmera com IA embarcada. Sempre uma solução nova para aprender, sempre um equipamento novo para dominar.
Esse tipo de conteúdo resolve um problema real, mas não é o problema que está travando o faturamento. Conhecimento técnico coloca a pessoa em campo, mas não faz ela ganhar o jogo. Quem sabe instalar qualquer equipamento do mercado e ainda assim fecha o mês no mesmo patamar de sempre tem um problema comercial que nenhum curso de equipamento resolve.
- Grupos de WhatsApp de instaladores. A conversa gira em torno de qual marca de câmera é melhor, qual central trava menos, qual fornecedor entrega mais rápido. Raramente alguém troca o roteiro de apresentação que fez um cliente aceitar pagar mensalidade.
- Contrato baixado de site jurídico. Resolve a parte formal, mas não tem as cláusulas específicas do setor: escopo de manutenção preventiva, prazo de atendimento remoto, reajuste vinculado ao valor de mercado da região.
- Planilha de precificação genérica. Calcula o custo de um projeto pontual, mas não ensina a transformar esse número em uma oferta de mensalidade que o cliente entenda e aceite.
O resultado é um instalador cada vez mais atualizado tecnicamente e cada vez mais parado comercialmente. Sabe configurar qualquer equipamento lançado este ano, mas continua sem saber apresentar uma proposta que o cliente aprove na hora.
Tem quem ache que R$10 mil por mês em contratos é piada.

“10 mil por mês é piada, vc não pode iludir as pessoas.”

“Depois de 5 anos de empresa disputando instalação com os informais, nossos primeiros contratos recorrentes: locação, manutenção e ronda virtual. Hoje com quase 10k fixo mensal.”
Ela chegou lá aplicando o que aprendeu. Os 24 modelos do PVSR existem para encurtar esse caminho.
O que muda quando um instalador para de vender só instalação avulsa.


Resultados individuais e dependem da aplicação de cada instalador. Os números acima são de alunos reais que aplicaram o método.
Esses instaladores tinham a mesma correria e a mesma dúvida sobre cobrar mensalidade. O que mudou foi ter um modelo pronto de proposta e um roteiro para apresentar sem perder a venda. É exatamente isso que você recebe.
Quero ver como funcionaComo saber qual parte da empresa está travando a receita recorrente antes de tentar resolver o problema errado.

O método usado no PVSR se chama Radar 8P. É um diagnóstico que avalia a empresa em 8 pilares e mostra, com uma nota em cada um, exatamente onde está o gargalo que impede a primeira recorrência de acontecer.
Antes do diagnóstico, a tendência é atacar o problema errado: investir em mais equipamento, mais anúncio ou mais curso técnico, enquanto o pilar que trava é comercial. Depois do Radar 8P, fica claro que o gargalo costuma estar em Vendas e Faturamento Recorrente, o pilar que o PVSR foi desenhado para destravar primeiro.
A partir da nota nesse pilar, o plano de ação entrega 24 modelos completos de faturamento recorrente, prontos para adaptar ao serviço que a empresa já presta: monitoramento, manutenção preventiva ou plano de suporte remoto. Cada modelo vem com estrutura de proposta, argumento de apresentação e cláusula de contrato específica do setor.
Um dos 24 é o Modelo de Proposta STF (Solução Técnica e Financeira): a dor que o cliente já sente, a solução técnica, os benefícios concretos e, por último, a solução financeira, com a mensalidade embutida no parcelamento do serviço. Foi com esse modelo que um aluno apresentou a primeira proposta de mensalidade da vida dele e teve a resposta na mesma reunião.
Diagnóstico Radar dos 8 Pilares
Nota em cada pilar e o gargalo visível no radar, sem achismo.
Plano de Ação Personalizado
Foco imediato no pilar de Vendas e Faturamento Recorrente, com os 24 modelos aplicáveis ao seu caso.
Execução Guiada
Aplicação dos modelos, primeira proposta apresentada, primeiro contrato fechado.
Para quem o PVSR foi desenhado, e para quem ele não serve.
É para você se
- Trabalha com segurança eletrônica, mas tem no máximo 2 pessoas na sua equipe.
- Fatura abaixo de R$ 10 mil por mês e nunca fechou nenhum contrato de manutenção recorrente.
- Tem uma carteira de clientes antigos que confiam no seu trabalho, mas nunca ouviram uma proposta de mensalidade.
- Quer parar de depender só de instalação nova para fechar as contas do mês.
Não é para você se
- Já tem contratos recorrentes e executa tudo sozinho. Seu gargalo é equipe, e o próximo degrau é o Treinamento Equipes Independentes.
- Fatura acima de R$25 mil por mês com funcionário. Esse é o perfil da Mentoria VDSE.
- Não atua no setor de segurança eletrônica.
- Está procurando curso técnico de instalação, configuração de DVR ou certificação de equipamento.
Tudo que você recebe para fechar seu primeiro contrato recorrente.
Diagnóstico Radar 8P da sua empresa
Avaliação em 8 pilares que mostra exatamente onde está o gargalo que trava a recorrência.
Plano de Ação Personalizado
Foco imediato no pilar de Vendas e Faturamento Recorrente, com a ordem certa de execução para o seu caso.
Aulas gravadas com os 24 Modelos de Faturamento Recorrente
Cada modelo pronto para adaptar ao serviço que você já presta hoje.
Modelos prontos de contrato de manutenção e monitoramento
Documentos editáveis, com cláusulas específicas do setor de segurança eletrônica.
Modelo de Proposta STF
Roteiro de apresentação para o cliente aprovar a mensalidade na hora, sem depender de mandar orçamento por WhatsApp.
Planilha de precificação de mensalidade
Calcula o valor certo do contrato recorrente conforme o serviço e a região.
Grupo de suporte via WhatsApp
Tire a dúvida na hora de aplicar cada modelo com o cliente real. Primeiro mês incluso.
O que você ganha além dos modelos prontos de faturamento recorrente.
Bônus 1. Curso de Eletrônica
Fundamentos elétricos aplicados à instalação e manutenção de sistemas de segurança, para reforçar a base técnica por trás de cada proposta que você apresenta.
Bônus 2. Livro Digital Eletrônica para Segurança Eletrônica
Material de consulta rápida com os principais conceitos técnicos do dia a dia do instalador.
Bônus 3. Biblioteca de Materiais Exclusivos
Checklists, roteiros e referências complementares para apoiar a aplicação de cada um dos 24 modelos de faturamento recorrente.
Bônus 4. Gravação de Mentorias
Acesso às gravações de mentorias já realizadas, com casos reais de outros instaladores aplicando o método.
Valor total dos bônus: R$ 938.
Tudo que você recebe, somado.
- Diagnóstico Radar 8P da sua empresaR$ 197
- Plano de Ação PersonalizadoR$ 297
- Aulas gravadas com os 24 Modelos de Faturamento RecorrenteR$ 697
- Modelos prontos de contrato de manutenção e monitoramentoR$ 197
- Modelo de Proposta STFR$ 147
- Planilha de precificação de mensalidadeR$ 97
- Grupo de suporte via WhatsApp (primeiro mês incluso)R$ 97
- Bônus: Curso de EletrônicaR$ 297
- Bônus: Livro Digital Eletrônica para Segurança EletrônicaR$ 97
- Bônus: Biblioteca de Materiais ExclusivosR$ 147
- Bônus: Gravação de MentoriasR$ 397
- Valor totalR$ 2.667
Garantia incondicional de 7 dias. Pagamento processado com segurança pela Hotmart.
Instaladores reais que já fecharam o primeiro contrato recorrente aplicando o método.

Mural de resultados
Prints de instaladores que fecharam seus primeiros contratos recorrentes aplicando os modelos do PVSR. Toque para ampliar.

Um condomínio a R$2.300 por mês com ajuda do checklist. A meta dele era R$1.000. Esse foi o primeiro. Hoje passa de R$100 mil por mês em contratos.

De R$6 mil em janeiro para R$21 mil, sem ir às aulas ao vivo. Fecha 8 em cada 10 orçamentos com o modelo de proposta.

7 contratos em um dia com um cliente antigo: 6 farmácias e a casa dele.

De 0 a 40 contratos em 205 dias.

Começou sem contrato. Dois contratos rendem R$8.600 por mês.

Depois de 5 anos de empresa sem nenhum contrato, quase R$10 mil fixos por mês.

Os contratos pagam todo o custo fixo do mês. O mês começa zerado.

Orçamentos de R$2 mil viraram uma venda de R$49 mil com contrato de manutenção.

Mesa cheia de contratos assinados: um mês só de instalação de recorrência.
Resultados individuais e dependem da aplicação de cada instalador. Os números são de alunos reais que aplicaram o método.
Você não vai aplicar sozinho.
Depois de receber o diagnóstico e o plano de ação, a dúvida mais comum não é sobre o que fazer. É sobre como adaptar aquilo ao caso específico da sua empresa. O suporte existe para resolver a execução real, não para repetir teoria que já está nas aulas.
Grupo de WhatsApp
Dúvida de aplicação respondida no momento em que ela aparece: como ajustar um modelo de contrato para um cliente específico, como calcular a mensalidade para o serviço prestado.
Modelos editáveis
Contrato, proposta e planilha em arquivo editável. Você troca o nome do cliente e o escopo, e apresenta.
Gravações das mentorias
Casos reais de outros instaladores aplicando o método, com as perguntas que você também faria.
O risco é todo nosso, não seu.
Você tem 7 dias corridos a partir da compra para acessar o diagnóstico, assistir as aulas e aplicar o primeiro modelo. Se dentro desse prazo sentir que o método não se encaixa na sua realidade, é só pedir o reembolso integral. Não pedimos justificativa alguma.
Quem fala com você já esteve exatamente no seu lugar.

Vagner Camilo. Sócio em empresa do setor, vive de serviços técnicos desde 1998. Eu sei o que você sente porque eu vivi isso por muitos anos.
Comecei na bancada de manutenção, até receber a chance de trabalhar como terceirizado em instalações. De 1998 a 2005, trabalhei praticamente sozinho, só com um ajudante. Muita correria, muito trabalho operacional. E, como a maioria dos técnicos que começam a empreender, eu acreditava que conhecimento técnico bastava para crescer. Não bastava.
Em 2005 abri minha primeira empresa com dois amigos para crescer. Em 2007, ela quebrou. Viramos estatística. E não foi por falta de técnica, os clientes gostavam do nosso serviço. Foi por falta de gestão. A empresa cresceu desorganizada, eu resolvia tudo sozinho, não existia processo, não existia previsibilidade, não existia recorrência. Só correria.
Passei anos testando como vender contrato recorrente, errei muito, tomei muito não. Até que em 2016 fechei meu primeiro contrato recorrente, de R$ 400 por mês, e pensei: agora encontrei um caminho. Foi o mesmo tipo de contrato pequeno que você vai apresentar com os modelos do PVSR, só que eu levei anos de erro para chegar lá sozinho, sem nenhum modelo pronto.
Hoje eu continuo sócio de empresa do setor, aplico o que ensino na minha própria operação, e faço questão de ser imparcial: não vendo equipamento e não sou preso a fornecedor nenhum. O PVSR nasceu para entregar pronto, em modelos prontos, o que me custou anos de tentativa e erro quando eu ainda era o instalador sozinho, com ajudante eventual, tentando descobrir como cobrar a primeira mensalidade.
As dúvidas que todo instalador tem antes de entrar.
As mensalidades do exemplo são de R$ 250 a R$ 500. R$ 297 pelo PVSR não é caro para quem ainda não fatura isso?
Um único contrato de manutenção mensal de R$ 300 já paga o investimento no primeiro mês. Quem ainda não tem nenhuma recorrência está sem contrato porque falta o modelo de proposta e o argumento certo para apresentar, e cada mês sem recorrência custa mais que R$ 297. Cláudio, de Caratinga, fechou um contrato usando a planilha de locação e escreveu: “um contrato que já vai pagar meu treinamento”.
Na minha cidade o cliente só quer o mais barato. Ele nunca vai aceitar pagar mensalidade.
O que varia entre cidades é a qualidade da proposta apresentada, não a disposição do cliente para pagar recorrência. O Modelo de Proposta STF já foi aplicado em cidades pequenas e grandes. Gustavo tem quase 300 contratos numa cidade de 30 mil habitantes, sem prédio, com cliente que paga de R$ 100 a R$ 500 por mês.
Não tenho tempo de assistir vídeo e estudar.
As aulas são curtas e os 24 modelos já vêm prontos para aplicar, sem hora de estudo antes de usar o primeiro. Wesley assiste o material no ritmo dele, fora das aulas ao vivo, e fecha 8 em cada 10 orçamentos com o modelo de proposta.
Sou só eu, com no máximo um ajudante. Dá para aplicar sem ter equipe?
Dá, porque a recorrência vem antes da equipe, não depois dela. Ela é o que cria a previsibilidade de caixa que permite contratar o primeiro ajudante fixo mais para frente. O que falta hoje é o modelo de contrato, o roteiro de apresentação e a régua de preço, três coisas que independem do tamanho da equipe.
Já assisti muito vídeo grátis sobre isso e nunca mudou nada na minha empresa. Por que aqui seria diferente?
Vídeo ensina o conceito. O PVSR entrega o modelo de contrato pronto e o roteiro de apresentação que faz o cliente aprovar na hora: 24 modelos para usar na mesma semana. Wesley assiste as aulas no ritmo dele e fecha 8 em cada 10 orçamentos com o modelo de proposta. A diferença entre assistir e fechar é o modelo pronto na mão.
Quanto tempo leva para fechar o primeiro contrato recorrente depois de começar?
Não existe prazo garantido, porque depende de quantos clientes antigos você já tem e de quando decide apresentar a primeira proposta. O que os alunos mostram: Adriano fechou o primeiro contrato no dia seguinte à orientação, com um cliente que pagava R$ 75 o chamado. Cristian fechou 8 em um dia. Pedro abriu 8 condomínios no primeiro mês. João Paulo fechou o primeiro com pouco mais de um mês. Todos com clientes que já tinham na carteira.
A hora de fechar o primeiro contrato recorrente é agora, não no próximo mês parado.
Diagnóstico Radar 8P, Plano de Ação focado em Vendas e Faturamento Recorrente, aulas com os 24 modelos prontos, documentos de contrato e proposta, planilha de precificação, suporte via WhatsApp e os 4 bônus. Tudo somado, R$ 2.667 em valor. Hoje, por R$ 297 à vista ou 12x de R$ 30,36, com garantia incondicional de 7 dias.
Vinte contratos de R$500 são R$10 mil entrando todo mês, com ou sem instalação nova. Adriano fechou o primeiro no dia seguinte, com um cliente que pagava R$75 por chamado. O primeiro pode ser apresentado ainda essa semana, com o modelo pronto que está dentro do PVSR.
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